Um atentado com um carro-bomba contra um quartel da Guarda Civil deixou 48 feridos na cidade de Burgos, na região central da Espanha. A explosão do carro ocorreu por volta das 3h30 locais (22h30 em Brasília).A polícia local acredita que a organização terrorista ETA pode ser responsável pela ação.
Os investigadores tentam confirmar se a ETA cometeu o atentado, uma vez que a organização costuma fazer um alerta antes desse tipo de crime. Os 48 feridos na explosão apresentam lesões leves, principalmente contusões e cortes. Um grupo de psicólogos presta assistência às famílias afetadas.
A explosão ocorreu na parte de trás de um quartel da Guarda Civil nos arredores de Burgos e provocou uma cratera no chão, além de danos materiais no imóvel e nos imóveis vizinhos. As autoridades não sabem dizer ainda a quantidade de explosivos usada no atentado, que deixou uma "grande cratera" no solo. "Os terroristas pretendiam fazer o maior dano possível", explicou o delegado do governo na comunidade autônoma de Castela e Leão, Miguel Alejo, que se deslocou ao local do crime, assim como o presidente do governo dessa região, Juan Vicente Herrera.
O delegado do governo informou que apareceram alguns restos do veículo utilizado como carro-bomba, aparentemente uma caminhonete, mas ainda não se pode determinar que tipo de veículo é. "O veículo está completamente destroçado e seus restos estão carbonizados", disse Alejo. A detonação destruiu a fachada de alguns dos imóveis da área e fez com que marquises e janelas ficassem penduradas. Os danos provocados a edifícios próximos provocaram a desocupação preventiva das construções.
A polícia local habilitou suas próprias instalações e um ginásio de esportes para alojar provisoriamente os moradores afetados, segundo fontes municipais. Moradores da região do quartel da Guarda Civil disseram que o número de afetados não foi maior porque muitas pessoas estão de férias, já que é verão na Espanha.
As forças de segurança analisam as gravações das câmaras de vigilância do local para ver em que momento a caminhonete foi estacionada e se é possível distinguir algum criminoso. A caminhonete usada no atentado pode ter sido roubada na França. A área onde o atentado foi cometido permanece isolada em um raio de quase 200 metros.
Os investigadores tentam confirmar se a ETA cometeu o atentado, uma vez que a organização costuma fazer um alerta antes desse tipo de crime. Os 48 feridos na explosão apresentam lesões leves, principalmente contusões e cortes. Um grupo de psicólogos presta assistência às famílias afetadas.
A explosão ocorreu na parte de trás de um quartel da Guarda Civil nos arredores de Burgos e provocou uma cratera no chão, além de danos materiais no imóvel e nos imóveis vizinhos. As autoridades não sabem dizer ainda a quantidade de explosivos usada no atentado, que deixou uma "grande cratera" no solo. "Os terroristas pretendiam fazer o maior dano possível", explicou o delegado do governo na comunidade autônoma de Castela e Leão, Miguel Alejo, que se deslocou ao local do crime, assim como o presidente do governo dessa região, Juan Vicente Herrera.
O delegado do governo informou que apareceram alguns restos do veículo utilizado como carro-bomba, aparentemente uma caminhonete, mas ainda não se pode determinar que tipo de veículo é. "O veículo está completamente destroçado e seus restos estão carbonizados", disse Alejo. A detonação destruiu a fachada de alguns dos imóveis da área e fez com que marquises e janelas ficassem penduradas. Os danos provocados a edifícios próximos provocaram a desocupação preventiva das construções.
A polícia local habilitou suas próprias instalações e um ginásio de esportes para alojar provisoriamente os moradores afetados, segundo fontes municipais. Moradores da região do quartel da Guarda Civil disseram que o número de afetados não foi maior porque muitas pessoas estão de férias, já que é verão na Espanha.
As forças de segurança analisam as gravações das câmaras de vigilância do local para ver em que momento a caminhonete foi estacionada e se é possível distinguir algum criminoso. A caminhonete usada no atentado pode ter sido roubada na França. A área onde o atentado foi cometido permanece isolada em um raio de quase 200 metros.